quinta-feira, 14 de junho de 2018

Tour virtual 3D revoluciona o jeito de visitar imoveis a venda





Você precisa conhecer as novas ferramentas tecnológicas ajudam os corretores a prestar um serviço diferenciado

Para clientes ela ajuda a decidir a compra com praticidade. Para o corretor significa economia de tempo. Para a construtora velocidade nas vendas.

O Tour Virtual 3D é muito mais que foto 360°. É um software super-sofisticado que une várias fotos 360° e permite que seu cliente caminhe pelo imóvel como se estivesse no local ao vivo.
A ferramenta pode oferecer:


  • Vista em perspectiva;
  • Vista em planta baixa de cada pavimento;
  • Marcação de pontos de atenção diretamente no modelo 3D (tag´s);
  • Vídeo com auto-play e vídeo contínuo;
  • Fotos em alta resolução de todos os cômodos;
  • Analytics (ferramenta de monitoramento de visualizações de teleport);
  • Você pode disponibilizar esse modelo no seu Site;
  • Você pode encaminhar o link por e-mail;
  • Você pode encaminhar o link por Whatsapp;
  • Modelo 3D para veiculação na Time line do Face book;




É só um link. Quando você clica ele é capaz de te levar para uma viagem interativa. Viajar por dentro todos os detalhes de um imóvel, sem sair de casa.
Para oferecer uma maior imersão as construtoras investem em óculos de realidade aumentada e tecnologia que atraem mais clientes com diferenciação de atendimento elevada pela experiência surpreendente.
Ferramentas ajudam o consumidor a conhecer o imóvel sem sair de casa. 







Peça mais informações em 11 96356-2121 ou click em   WhatsAppAriBarrilli

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Transformação digital é tema do Fórum da ABF Rio e Sebrae RJ


Transformação digital é tema do Fórum da ABF Rio e Sebrae RJ

8 de junho de 2018

Com cerca de 180 participantes entre empreendedores do ramo de varejo, franquias, comércio e serviços, a Associação Brasileira de Franchising Seccional Rio de Janeiro – ABF Rio promoveu, nessa quarta-feira (06) o evento mensal Café com Franquia em parceria com o Sebrae RJ. O “Fórum Digital – Como a tecnologia está mudando a forma de fazer negócios” centralizou as análises e debates do evento realizado no salão nobre do edifício da Bolsa de Valores, no centro da cidade.

Na abertura do fórum, o gerente de Soluções e Inovações do Sebrae RJ Ricardo Wargas deu as boas-vindas ao público e apresentou os programas da entidade.
A seguir, a presidente da ABF Rio, Eliane Bernardino detalhou os números do franchising brasileiro, que no 1º trimestre registrou um crescimento nominal de 5,1% em relação ao mesmo período de 2017. Além disso, a executiva compartilhou alguns insights da missão Retail Labs ao Vale do Silício, promovida pela BTR-Varese e apoiada pela ABF, da qual participou representando a ABF Rio e a ABF. “Transformação digital vai muito além de a empresa ter um site com comércio eletrônico e uma página em redes sociais. O consumidor passa mais de oito horas por dia conectado e acessa o seu smartphone cerca de 150 vezes por dia. A influência do digital nas decisões de compra é significativa, e o consumidor não vê mais distinção entre os canais offline e o online; o que ele enxerga é a sua experiência com a marca”.

A executiva explicou que, para ter sucesso na agenda da transformação digital, é preciso entender que esse desafio não depende somente do acesso à tecnologia, mas também da conscientização da liderança e esforços concretos na mudança organizacional e cultural, e dar importância ao uso dos dados nas tomadas de decisão, e à relevância da rapidez na implementação das ações.
Segundo Eliane, novas tecnologias nas lojas físicas, tais como o pagamento móvel, o VR (realidade virtual) e AR (realidade aumentada), a internet das coisas (IoT), o reconhecimento facial e a inteligência artificial já estão em uso por varejistas; o barateamento de novas tecnologias, a venda de software como serviços e o uso da solução de nuvem (cloud) facilitam o acesso do empresário de diferentes portes e ramos de negócio à inovação e diferenciação, possibilitando também personalização da experiência de compra. “Muito mais do que buscar inovação e modernidade, o objetivo da transformação digital é aumentar a competitividade, aumentar vendas e lucros e fidelizar o consumidor, e por isso esse tema é da maior relevância para empresários de todos os segmentos”, destacou a presidente, que participou da missão internacional representando tanto a ABF Rio quanto a sede nacional da ABF. A missão Retail Labs levou os participantes a empresas como SAP, Cisco, Totvs, Plug & Play, Google, Facebook, Apple e o fullfilment center da Amazon, com a curadoria e orientação técnica dos especialistas Alberto Serrentino e Eduardo Terra.
O mentor e consultor de varejo digital Pedro Scripilitti apresentou dados do mercado de e-consumidores ativos no País, que em 2017 totalizavam 56 milhões, cujo mercado registrou um aumento de 15% no volume de entregas de produtos em relação ao ano de 2016. Os números de pedidos online impressionam: 111 milhões no ano passado, totalizando 47 bilhões de reais em faturamento. De acordo com o especialista, a perspectiva é que neste ano ocorra aumento de 12%, chegando ao número estimado de 120 milhões de pedidos e a 54 bilhões de reais de receita nesse mercado.

O CEO da Elo Group, Rafael Clemente, fechou a programação do dia com uma palestra sobre disrupção digital, que consiste no processo de otimização de funções por meio de tecnologias que as tornam acessíveis a um público maior, rompendo e superando os modelos tradicionais. Durante o painel, Clemente apresentou dados sobre o crescimento econômico baseado na disrupção digital, startups, economia compartilhada, entre outros.

De <https://www.abf.com.br/forum-da-abf-rio-e-sebrae-rj-transformacao-digital/>

terça-feira, 8 de maio de 2018

De redes sociais a óculos de realidade aumentada, construtoras investem em tecnologia para atrair clientes em Goiás


De redes sociais a óculos de realidade aumentada, construtoras investem em tecnologia para atrair clientes  em Goiás

Instrumentos fazem com que o consumidor 'conheça' o imóvel sem sair do lugar. Corretor explica que se tratam de ferramentas de trabalho e não substituem o profissional. 


Por Paula Resende, G1 GO
18/12/2017 08h43  Atualizado 18/12/2017 08h43


Construtoras investem cada vez mais em tecnologias para atrair clientes e facilitar o trabalho de corretores na Grande Goiânia. De redes sociais a equipamentos criados para jogos virtuais, como os óculos de realidade aumentada, os instrumentos fazem com que o consumidor “conheça” o imóvel sem sair do lugar.

“Dispensa tempo, dinheiro, horário, se a pessoa se interessa, vai conhecer o empreendimento presencialmente, visitar o decorado. Proporcionar o encantamento inicial faz a diferença”, disse a coordenadora de marketing da CMO Construtora, Mariana Neves.
A empresa criou neste ano um ambiente virtual que une os apartamentos decorados de oito empreendimentos. Apesar de poder ser acessado pelo site, os imóveis podem ser “desbravados” com o auxílio de um óculos de realidade aumentada, que foram distribuídos a corretores.

“É uma experiência diferente, pode acessar pelo celular, mas no ótico não é todo mundo que conhece. Quando você coloca o óculos, se fecha de tudo e prende sua atenção total no imóvel, não se desfoca, tem que movimentar o corpo para ‘andar’ dentro do apartamento”, explica Neves.

O stand conjunto também dá alternativas aos clientes. “Às vezes a pessoa vem com o intuito de comprar um imóvel no Bueno, mas a renda não dá. Sem sair do lugar, o corretor pode proporcionar o primeiro contato com outro empreendimento e fazer com que o cliente já se encante por ele”, explica Neves.


Analista de marketing de outra empresa, a Consciente Construtora e Incorporada, Mariana Morais Monteiro explica que a empresa também adota o óculos de realidade aumentada. Como os apartamentos decorados, geralmente, não estão no andar em que o cliente comprará o imóvel e são um ambiente fechado, o acessório também proporciona ao consumidor a vista que ele terá da sacada do apartamento.

“A gente fez a captação das imagens com o drone para ter a vista real do empreendimento. Esse tipo de material melhora a experiência e a percepção do cliente”, explica Monteiro.

Outra ideia da empresa foi desenvolver panfletos com imagens estáticas que, ao serem conectadas a um aplicativo de celular, apresentam vídeos sobre o imóvel. O material é distribuído até em semáforos da capital.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Envelhecimento Populacional Causa Mudanças No Mercado Imobiliário

Envelhecimento Populacional Causa Mudanças No Mercado Imobiliário


Por Mercado Imobiliário - 28 de Fevereiro de 2018

Empreendimentos buscam atender às demandas específicas de idosos que gostam de morar sozinhos


O aumento na expectativa de vida e a previsão do aumento da população idosa no Brasil tem causado mudanças no mercado imobiliário. Para atender a esse público crescente, empresas oferecem unidades habitacionais especializas na chamada “terceira idade”.

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que hoje vivemos em média 75,8 anos – um acréscimo de três meses e 11 dias em relação a 2015. Em Santa Catarina, a média de vida é de 79,1 anos, seguido por Espírito Santo (78,2 anos); Distrito Federal e São Paulo, com 78,1 anos.

Se em 2010 o Brasil registrou 19,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, em 2050 serão 66,5 milhões, ou seja, 29,3% da população total, ainda segundo o IBGE. Os avanços da medicina e a queda das taxas de mortalidade e natalidade são alguns dos fatores já contribuem para as alterações nos índices.
Levantamento do Grupo ZAP Viva Real aponta que nas regiões mais nobres de São Paulo, a expectativa de vida fica acima de 80 anos. Entre as regiões que se destacam estão Itaim Bibi, Jardins e Pinheiros. Em contraponto, nas áreas mais periféricas há queda.

Interesse
O público com 55 anos ou mais está atento à movimentação do mercado imobiliário, segundo mostra a pesquisa do Grupo ZAP Viva Real. Dezessete por cento da audiência do site na Grande São Paulo é formada por pessoas nessa faixa etária. Em Santos, o número chega a 28%. “Eles continuam ativos e interessados em transações imobiliárias, que vão desde a busca de um imóvel para compra ou locação até colocar o próprio imóvel à disposição”, afirma a gerente de Inteligência de Mercado do Grupo ZAP Viva Real, Cristiane Crisci.
A alta procura por parte desses visitantes esclarece pontos da análise, que constatou que apenas 4% dos entrevistados consideram excelente a infraestrutura que facilita a rotina dos idosos nos locais onde moram. Outros 2% consideram como excelente a oferta de trabalho para idosos.
Para o vice-presidente de Assuntos Turísticos e Imobiliários do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Caio Calfat, os dados indicam um novo nicho de mercado a ser explorado. Ele cita as unidades habitacionais destinadas exclusivamente aos idosos.
“Na verdade, esse tipo de produto seria a evolução do asilo e da casa de repouso para um empreendimento mais estruturado, voltado a esse tipo de público com serviços e profissionais adequados. Eles devem ser uma mistura de prédio residencial com hotel e hospital”, explica.


O modelo já é conhecido nos Estados Unidos e em países europeus e começa a ganhar espaço no Brasil. Por uma questão cultural, esse formato de residência acabou por atrair em território nacional o idoso dependente, sendo que a ideia era atingir outro perfil (semi-dependente e independente).

“A maioria das famílias decide indicar um lugar para o pai ou a mãe ir morar somente após os primeiros sinais de senilidade e mobilidade reduzida. Por isso que o idoso dependente acaba sendo o público nesse primeiro momento”, avalia.
Ele acredita que na próxima década esse tipo de imóveis seja mais popular, ainda mais porque a população está envelhecendo. “Acredito que com o passar do tempo e a assimilação desse produto pelos mais jovens, o mercado vai começar a conhecer esse tipo de produto e haverá uma mudança significativa”, enfatiza Calfat.
Calfat ressalta que o envelhecimento traz necessidades de moradia específicas e afirma que essas unidades precisam manter uma ligação direta com o hospital mais próximo e o contato com os médicos dos moradores, além de desenvolver uma agenda de atividades para os moradores treinarem muito bem os funcionários e enfermeiros.
Ele dá como exemplo um empreendimento que tem um andar de cada cor, o que auxilia nos casos de esquecimento, situação comum na terceira idade. “O idoso pode esquecer ou confundir o andar onde mora, mas lembra da cor. Coisas assim que são concebidas no projeto facilitam a vida desse morador.”

Fonte: FECOMERCIO-SP

sexta-feira, 23 de março de 2018

Vendas De Imóveis Novos Quase Triplica No Primeiro Mês Do Ano Em SP


Vendas De Imóveis Novos Quase Triplica No Primeiro Mês Do Ano Em SP



 21 de Março de 2018  Por  Mercado Imobiliário


De Acordo Com A Pesquisa Realizada Pelo Secovi-SP, Foram Comercializadas 1.692 Unidades Residenciais Em Janeiro Na Capital – A Maioria Imóveis Com Dois Dormitórios


Foram vendidas 1.692 unidades residenciais novas no último mês de janeiro na cidade de São Paulo. Apesar de ser 65,9% abaixo do registrado em dezembro (4.969 unidades), o número ultrapassou em 172% o resultado de janeiro de 2017, quando foram comercializadas apenas 622 unidades. Os dados são da Pesquisa de Mercado Imobiliário, realizada pelo Sindicado de Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP).


No acumulado dos últimos 12 meses, foram comercializadas 24.699 unidades – 55,9% a mais do que no período imediatamente anterior, terminado em janeiro de 2017, que fechou em 15.842 unidades. De acordo com o Secovi-SP, as férias escolares e os feriados prolongados são fatores que influenciam na diminuição de visitas em estandes de vendas no primeiro mês do ano.
LançamentosSegundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), foram lançadas 748 unidades residências no mês de janeiro na cidade de São Paulo, volume 91,4% inferior a dezembro de 2017 (8.673 unidades) e 1.338,5% acima do resultado de janeiro de 2017 (52 unidades).



Oferta
São Paulo encerrou janeiro de 2018 com 21 mil unidades disponível para venda. Fazem parte desse número imóveis na planta, em construção, prontos e lançados nos últimos 36 meses (de fevereiro de 2014 a janeiro de 2018). Houve redução de 4,7% em relação a dezembro de 2017 (22.040 unidades) e de 10,3% na comparação com janeiro de 2017 (23.414 unidades).
Em todos os indicadores os imóveis de 2 dormitórios ocuparam posição de destaque. Registraram maior quantidade de vendas (1.243 unidades), de lançamentos (626 unidades) e de oferta (11.801 unidades).

Fonte: AECweb

Tour virtual 3D revoluciona o jeito de visitar imoveis a venda

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